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2020 um bom ano

Avaliar como “bom”, um ano em que estivemos parados, confinados, impedidos de estar com quem gostamos, em que até o Natal tem que ser comemorado de forma a responder às necessidades de isolamento, a que as medidas de combate à COVID19 obrigam, pode parecer estranho. No entanto se olharmos para os 366 dias de 2020, vemos que nem tudo foi mau e que é possível olhar para “o copo meio cheio”.

Este foi sobretudo um ano de novos desafios, um desses anos em que tivemos que olhar de fora, que nos desprendermos de problemas e olharmos para as nossas empresas, para os nossos mercados e interrogarmo-nos sobre “como vamos vencer?”

Acho que todos entendemos os desafios e neles procuramos as forças e as estratégias para os ultrapassar e assim mantermos os postos de trabalho e contribuir positivamente para economia nacional. Temos que entender que cada empresa, cada posto de trabalho é gerador de riqueza e aceitar os desafios que nos foram e certamente ainda vão ser lançados.

Tivemos quase dois meses de paragem, mas estamos em franca recuperação. Apesar de todos os obstáculos, que tivemos e certamente ainda vamos ter que ultrapassar, os nossos sectores estão fortes e registam crescimentos, com o sector das duas rodas a ser um exemplo para todos.

Novembro foi um mês fundamental para as duas rodas. O projecto Portugal Bike Value venceu os prémios EEPA e dessa forma Portugal e o sector, tiveram o reconhecimento generalizado em toda a Europa, do trabalho que tem vindo a ser feito em prol da mobilidade suave e neste campo as indústrias portuguesas são um bom exemplo para a Europa e para o resto do mundo, atrevo-me a afirmar.

Por tudo isto, olho com esperança para 2021 que estou certo que vai ser um bom ano e que com as lições e as forças, tantas vezes difíceis de reunir, de 2020, teremos tudo para que este novo ano venha ser bem melhor… ou não fossemos nós Portugueses.

Gil Nadais - Secretário Geral da ABIMOTA


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